quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Gate e Batalhão de Choque cercam Penitenciária Nelson Hungria durante rebelião

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Detentos fazem dois reféns em penitenciária onde goleiro Bruno está preso na Grande BH

Presidiários se rebelaram contra restrição de visitas de grávidas e crianças
Márcia Costanti, do R7 MG | 21/02/2013 às 10h48
Record Minas
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Rebelados se reúnem no telhado do pavilhão para protestar
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Cerca de 100 detentos se rebelaram na manhã desta quinta-feira (21), na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, unidade de segurança máxima onde estão presos o goleiro Bruno Fernandes e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusados da morte da modelo Eliza Samudio. 
Segundo militares do 18º Batalhão, duas pessoas são feitas reféns no pavilhão 1: uma professora e um agente penitenciário que estavam em uma sala de aula. Um detento, identificado como Daniel Cipriano, ligou via celular para a rádio Itatiaia e relatou que eles exigem a presença da imprensa, de um procurador da Justiça e do secretário de Defesa Social.
Os detentos querem explicações sobre a restrição de visitas de crianças e mulheres grávidas. Ele passou o telefone para a professora, identificada como Eliane, que afirmou que está bem e que a confusão começou por volta das 9h.
Viaturas do 18º Batalhão, do Gate e do Batalhão de Choque estão dando reforços aos militares que estão estão no local para tentar controlar a situação. Detentos subiram para o telhado do pavilhão 1. Presos do pavilhão 6 queimaram colchões, mas segundo a PM  estes já foram levados novamente para as celas. O goleiro Bruno fica no pavilhão 4.
 O subsecretário de Administração Prisional, Murilo Andrade de Oliveira, está no local. Agentes do Comando de Operações Especiais isolam o pavilhão e militares do Gate (Grupo de Ações Táticas) negocia a libertação dos reféns.

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