PM do Rio estuda mudar uniforme do Bope para operações diurnas
A Polícia Militar do Rio de Janeiro estuda criar novo uniforme para o Bope (Batalhão de Operações Especiais) usar em operações diurnas, segundo informações do governo estadual. O tecido possui tecnologia de camuflagem digitalizada semelhante à dos fuzileiros navais americanos.
O novo uniforme terá menor absorção e retenção de calor. A roupa ainda poderá ser adotada pelas demais unidades especiais da corporação.
"A cor preta absorve a luz solar, não refletindo os raios, e com isso há retenção de calor. Por isso, o tecido sugerido para ser utilizado pelo Bope em operações diurnas em áreas de risco é composto por 50% de algodão e 50% de poliamida. O material já é usado pelas tropas americanas no Iraque e no Afeganistão", disse em nota o subcomandante do Bope, tenente-coronel Fábio Souza.
Segundo o tenente-coronel, o novo uniforme dura duas vezes mais, é mais confortável, é retardador de chamas, em caso de incêndio, e seca mais rápido, se comparado a tecidos puros de algodão ou compostos de algodão e poliéster.
Ainda de acordo com Souza, componentes do Grupo de Atiradores de Precisão do Bope participaram de teste na favela Tavares Bastos, em Laranjeiras, zona sul do Rio, para verificar três tipos de uniformes. A simulação indicou o camuflado digitalizado como o de melhor resultado operacional.
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
PM do Rio estuda mudar uniforme do Bope para operações diurnas
PM do Rio estuda mudar uniforme do Bope para operações diurnas
A Polícia Militar do Rio de Janeiro estuda criar novo uniforme para o Bope (Batalhão de Operações Especiais) usar em operações diurnas, segundo informações do governo estadual. O tecido possui tecnologia de camuflagem digitalizada semelhante à dos fuzileiros navais americanos.
O novo uniforme terá menor absorção e retenção de calor. A roupa ainda poderá ser adotada pelas demais unidades especiais da corporação.
"A cor preta absorve a luz solar, não refletindo os raios, e com isso há retenção de calor. Por isso, o tecido sugerido para ser utilizado pelo Bope em operações diurnas em áreas de risco é composto por 50% de algodão e 50% de poliamida. O material já é usado pelas tropas americanas no Iraque e no Afeganistão", disse em nota o subcomandante do Bope, tenente-coronel Fábio Souza.
Segundo o tenente-coronel, o novo uniforme dura duas vezes mais, é mais confortável, é retardador de chamas, em caso de incêndio, e seca mais rápido, se comparado a tecidos puros de algodão ou compostos de algodão e poliéster.
Ainda de acordo com Souza, componentes do Grupo de Atiradores de Precisão do Bope participaram de teste na favela Tavares Bastos, em Laranjeiras, zona sul do Rio, para verificar três tipos de uniformes. A simulação indicou o camuflado digitalizado como o de melhor resultado operacional.
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