Diretor da CPPP é solto do presídio Nelson Hungria, em
Contagem (MG), e vai responder processo em liberdade
Contagem (MG), e vai responder processo em liberdade
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O diretor da Casa de Prisão Provisória de Paraíso (CPPP), Átila Ferreira,
foi solto do presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG), nesta terça-feira
11, por volta de 1 hora. A informação é do advogado do Sindicato da Polícia Civil
do Tocantins Leandro Manzano.
“Ele agora vai poder responder o processo em liberdade. Ele foi solto porque
inspirou o prazo da prisão temporária (dia 5). O promotor entendeu não pedir
a prisão preventiva, então optou pela soltura. Não sei dizer se Átila está retornando
para Palmas”, disse o advogado.
A Polícia Federal (PF), de Montes Claros (MG), prendeu no 26 de junho, em Brasília
Átila Ferreira. O policial é acusado de fazer parte de uma quadrilha que superfaturava
e desviava dinheiro destinado à compra de alimentos para presídio e escolas públicas.
Além do policial, mais sete pessoas foram presas em Minas Gerais durante a
Operação Laranja com Pequi.
Há informações de que o diretor teria se beneficiado, e, de igual modo, a empresa
Stillus Alimentos, na compra de alimentos para a Unidade Prisional de Dianópolis (TO)
quando ele, ainda, era responsável por aquela unidade.
As investigações apontam que uma organização criminosa teria se apropriado de, ao menos,
um terço do valor de contratos firmados com a administração pública, que destinou
aproximadamente R$166 milhões para pagamento de refeições para presídios e casas
de detenção. Donos de empresas são investigados pelos crimes.
De acordo com o Ministério Público de Montes Claros, escutas telefônicas mostram
que empresários combinavam, com antecedência, os preços e condições que seriam
oferecidos para o fornecimento de refeições destinadas à população carcerária,
restaurantes populares e escolas públicas.
foi solto do presídio Nelson Hungria, em Contagem (MG), nesta terça-feira
11, por volta de 1 hora. A informação é do advogado do Sindicato da Polícia Civil
do Tocantins Leandro Manzano.
“Ele agora vai poder responder o processo em liberdade. Ele foi solto porque
inspirou o prazo da prisão temporária (dia 5). O promotor entendeu não pedir
a prisão preventiva, então optou pela soltura. Não sei dizer se Átila está retornando
para Palmas”, disse o advogado.
A Polícia Federal (PF), de Montes Claros (MG), prendeu no 26 de junho, em Brasília
Átila Ferreira. O policial é acusado de fazer parte de uma quadrilha que superfaturava
e desviava dinheiro destinado à compra de alimentos para presídio e escolas públicas.
Além do policial, mais sete pessoas foram presas em Minas Gerais durante a
Operação Laranja com Pequi.
Há informações de que o diretor teria se beneficiado, e, de igual modo, a empresa
Stillus Alimentos, na compra de alimentos para a Unidade Prisional de Dianópolis (TO)
quando ele, ainda, era responsável por aquela unidade.
As investigações apontam que uma organização criminosa teria se apropriado de, ao menos,
um terço do valor de contratos firmados com a administração pública, que destinou
aproximadamente R$166 milhões para pagamento de refeições para presídios e casas
de detenção. Donos de empresas são investigados pelos crimes.
De acordo com o Ministério Público de Montes Claros, escutas telefônicas mostram
que empresários combinavam, com antecedência, os preços e condições que seriam
oferecidos para o fornecimento de refeições destinadas à população carcerária,
restaurantes populares e escolas públicas.
Detentos do regime semiaberto do Presidio de Águas Formosas, no Vale do Mucuri, participam de um mutirão para recuperação do Rio Pampa, principal fornecedor de água da cidade. A ação faz parte do Programa de Revitalização da Mata Ciliar e Revitalização das Margens do rio Pampa e teve início no último sábado (07).
O documentárioHomens tecendo um novo rumosobre a produção de artesanato dos detentos do Presídio Dr. Carlos Vitoriano, que utiliza fibras do tronco de bananeira, será lançado nesta quarta-feira, 11.07, no Cinema dos Meninos de Araçuaí, situados no Vale do Jequitinhonha. O evento contará também com uma exposição e o lançamento do catálogo das peças produzidas desde julho de 2009, entre móveis, cestos, chapéus e peças decorativas.