Justiça condena PM por matar adolescente em simulação em MT
A Justiça condenou nesta quarta-feira (4) o policial militar, Cleber dos Santos Souza, a 3 anos de prisão por disparar tiros de verdade em vez de festim durante uma simulação em Rondonópolis (118 km de Cuiabá). Souza foi condenado por homicídio culposo (sem intenção de matar) por ser o autor do disparo que matou o adolescente Luiz Henrique Dias Bulhões (13). Outras nove pessoas ficaram feridas.
No dia 26 de maio de 2007, estudantes e moradores do bairro Jardim das Flores acompanhavam a simulação de combate a um seqüestro, realizada pelo Grupo de Operações Especiais da PM. As balas dos policiais deveriam ser de festim, mas eram de verdade. Luiz Henrique, uma das pessoas que assistia à apresentação, morreu após ser atingido por um dos tiros.
Na época, a defesa do policial alegou que os procedimentos de segurança foram adotados pelo PM, desde que a arma saiu do Batalhão até o bairro. Segundo a Justiça, inicialmente a pena pode ser cumprida em regime aberto ou poderá ser substituída por prestação de serviços sociais. A defesa tem cinco dias para recorrer da decisão. Existem ainda outros processos pedindo indenizações.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Justiça condena PM por matar adolescente em simulação em MT
Justiça condena PM por matar adolescente em simulação em MT
A Justiça condenou nesta quarta-feira (4) o policial militar, Cleber dos Santos Souza, a 3 anos de prisão por disparar tiros de verdade em vez de festim durante uma simulação em Rondonópolis (118 km de Cuiabá). Souza foi condenado por homicídio culposo (sem intenção de matar) por ser o autor do disparo que matou o adolescente Luiz Henrique Dias Bulhões (13). Outras nove pessoas ficaram feridas.
No dia 26 de maio de 2007, estudantes e moradores do bairro Jardim das Flores acompanhavam a simulação de combate a um seqüestro, realizada pelo Grupo de Operações Especiais da PM. As balas dos policiais deveriam ser de festim, mas eram de verdade. Luiz Henrique, uma das pessoas que assistia à apresentação, morreu após ser atingido por um dos tiros.
Na época, a defesa do policial alegou que os procedimentos de segurança foram adotados pelo PM, desde que a arma saiu do Batalhão até o bairro. Segundo a Justiça, inicialmente a pena pode ser cumprida em regime aberto ou poderá ser substituída por prestação de serviços sociais. A defesa tem cinco dias para recorrer da decisão. Existem ainda outros processos pedindo indenizações.
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