A paz, se possível, mas a verdade, a qualquer preço.(Martinho Lutero)

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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Bebidas e materiais estavam em celas da Unidade prisional de Coari. Na véspera do Natal, homens também tentaram entrar com cervejas no local.


Bebidas e materiais estavam em celas da Unidade prisional de Coari.
Na véspera do Natal, homens também tentaram entrar com cervejas no local.

Do G1 AM
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Polícia Militar encontrou bebidas alcoólicas no presídio durante revista após receber denúncias anônimas (Foto: Divulgação/Polícia Militar do Amazonas)Polícia Militar encontrou bebidas alcoólicas no presídio durante revista após receber denúncias anônimas (Foto: Divulgação/Polícia Militar do Amazonas)
Após interceptar entrega de cerveja de ceia de Natal para presos da unidade prisional de Coari, a Polícia Militar encontrou bebidas alcoólicas e até aparelho de karaokê, que seriam utilizados por detentos em uma festa de réveillon no presídio. O material foi apreendido em celas na véspera das comemorações, nesta terça-feira (31).
Por volta das 11h de terça, policiais do 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM) em Coari, município localizado a 363 quilômetros de Manaus, receberam denúncias anônimas de que os detentos estavam consumindo bebidas alcoólicas, usando e comercializando entorpecentes.
A Polícia Militar também foi informada de que internos planejavam fugir do presídio. Para a PM, a possibilidade de fuga existia, já que no dia 29 de dezembro de 2013 dois detentos fugiram do local, sendo que um foi recapturado.
Durante a revista nesta terça, foram encontradas 47 latas de cerveja, um celular, três carregadores de celular, um aparelho de DVD (com função karaokê) e microfone. A PM também apreendeu uma porção de bicarbonato de sódio, que pode ter sido utilizado na preparação de drogas.
Dupla chegou a entrar com cervejas no presídio, mas foi detida (Foto: Divulgação/Polícia Militar)Dupla chegou a entrar com cervejas no presídio, mas
foi detida (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
"Ceia natalina"
Na véspera de Natal, na tarde do dia 24, dois homens foram presos por tentarem entrar com um saco com gelo, latas e garrafas de cervejas na penitenciária de Coari. Eles teriam sido pagos pela esposa de um detento, que os contratou para entregar o presente do marido que seria consumido na ceia de Natal na cadeia. A mulher também foi detida.
De acordo com a Polícia Militar, a dupla foi detida dentro da penitenciária. Os dois homens chegaram a entrar com o saco de cervejas, mas foram notados por policiais na unidade prisional. Ao serem abordados, eles afirmaram que haviam sido pagos pela esposa de um detento para entregar a encomenda, que seria para a comemoração de Natal na prisão.
Os dois homens foram encaminhados à Delegacia de Coari para procedimentos legais. A esposa do preso foi identificada e também foi conduzida à delegacia. Eles deverão aguardar decisão judicial na cadeia.

Casa de agente penitenciário fica parcialmente destruída após incêndio em Passos-MG


Fogo atingiu residência e destruiu 70% do imóvel em Passos (MG).


Suspeita é de crime, mas ainda não se sabe qual seria o motivo.

A casa de um agente penitenciário pegou fogo no fim da noite desta terça-feira (31) no bairro Primavera, em Passos (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, vizinhos pediram ajuda quando o fogo começou. Mais de 70% do imóvel ficou destruído.
A suspeita é de que o incêndio tenha sido criminoso, mas ainda não se sabe o motivo. Na hora do incêndio, ninguém estava na casa. A Polícia Civil irá investigar o caso.
Casa de agente penitenciário fica destruída após incêndio em Passos (Foto: Hélde Almeida)

Agente penitenciário é baleado na cabeça e vai a obito após assalto a joalheria em São Paulo

 




O agente de segurança penitenciária Sebastião Rodrigues Moura, 49, foi baleado na cabeça ao tentar impedir a fuga de três ladrões que haviam acabado de assaltar uma joalheria em plena tarde, na região central da cidade, no dia 14 de março. Os criminosos
- um deles foi baleado de raspão - foram presos. A vítima morreu no dia seguinte.

De acordo com informações da Polícia Militar, os bandidos agiram por volta das 14h45 na Eduardo Joias, localizada no cruzamento das ruas Paes Leme e Quatro de Abril. Armado com um revólver calibre 38, um homem invadiu o estabelecimento e anunciou o assalto aos funcionários.

“Estava no balcão quando ele entrou e logo colocou a arma na minha cabeça. Ficou fazendo ameaças de que ia me matar e também aos outros. Ele passou para o nosso lado e nos obrigou a abrir o cofre. Pegou um saco preto e começou a enchê-lo com tudo o que via, inclusive fez a gente tirar o que usávamos”, relatou E.C., uma das funcionárias vítimas do assalto.

Ainda segundo a trabalhadora, toda a ação durou cerca de dez minutos. Nas ameaças, o homem dizia que, se alguém reagisse, um comparsa dele, que o aguardava do lado de fora, também entraria na joalheria e o ajudaria a matar os reféns.
Já com o saco recheado de joias, o criminoso deixou o local, no entanto foi surpreendido por Sebastião na esquina. “Eles ficaram cara a cara e logo ouvi os tiros”, relata F.A., outro funcionário da joalheria. O agente, segundo foi apurado, fazia o trabalho de segurança para algumas lojas da região central.
Após uma breve encarada, Sebastião sacou a pistola calibre 380 que carregava na cintura, mas assim que disparou contra a barriga do assaltante, também foi atingido por um tiro a queima-roupa na testa. Os dois caíram. O agente de segurança, entretanto, ficou inconsciente.

Testemunhas acionaram a Polícia Militar e uma viatura que patrulhava a região central chegou ao local menos de dois minutos depois. O criminoso, identificado como Jonathan Camargo Grejo, ainda estava ao lado de Sebastião quando foi preso. O tiro dado pelo agente atingiu sua coluna, deixando-o paraplégico instantaneamente.
Sebastião agonizou na calçada por quase 15 minutos, quando a primeira viatura do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegou ao local. Praticamente no mesmo minuto, a esposa dele chegou e, muito agitada, precisou ser medicada.

Com perda da massa encefálica, Sebastião foi entubado e levado às pressas para a sala de cirurgia do mesmo Hospital das Clínicas. Segundo o médico-socorrista André Luis Caracio, o estado de saúde dele era considerado gravíssimo. Seu óbito, no entanto, foi constatado quase 24h após o ocorrido.
Além de Jonathan, também foram presos naquele mesmo dia Julio César de Almeida, 39, e Roger Luiz Cardoso de Moura, 23. No início de dezembro, os dois primeiros foram condenados a 26 anos e dez meses de reclusão em regime fechado cada. Eles ainda tiveram negado o direito de recorrer em liberdade. Já Roger foi absolvido por falta de provas.
fonte diário de Marilia

 “Unidos jamais seremos vencidos”, gritam presos do PCC em Cruzeiro do Oeste






Cruzeiro do Oeste – Agentes estão temerosos com as atividades de presos da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), na Penitenciária Estadual de Cruzeiro do Oeste (PECO). A indisciplina conta até com “grito de guerra” para intimidar os funcionários, segundo denúncia feita à reportagem do Ilustrado.
A rebeldia começou durante a proclamação do “Salve Geral” ocorrido há algumas semanas em todas as penitenciárias e cadeias públicas do Estado. Desde então os detentos se negaram a sair para atendimentos médicos e passaram a tratar os agentes de forma hostil. Além disso, durante todas as noites, havia gritos de “todos por um”, “unidos jamais seremos vencidos”, “paz, justiça e liberdade”, entre outros.
As informações do “Salve Geral”, de acordo com os agentes que não serão identificados por questões de segurança, chegam por meio dos visitantes, que vão à PECO semanalmente. E embora a direção da unidade afirme que “nenhum preso se identifica como membro do PCC para não entrar em regime diferenciado” os agentes dizem que durante o Salve Geral os outros detentos chegavam a pedir autorização para os integrantes da facção criminosa para sair das celas.
A situação, contudo, está normalizada há uma semana, de acordo com a direção da unidade. “Esta não foi uma situação apenas da unidade, aconteceu em todo Paraná, mas desde segunda-feira as atividades já voltaram ao normal”, explica o diretor da PECO, Edgar Banhos. Em contrapartida os agentes alegam que não há segurança para trabalhar no local, que está interditado parcialmente após denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR) por violação dos direitos humanos.
A situação dos agentes, porém, segue tensa porque por um lado os que cumpriram as orientações legais como transportar detentos algemados, por exemplo, o fizeram por medo dos criminosos e de perder o emprego, e os que aceitaram a imposição dos detentos sob orientação do PCC correm risco de ser atacados. Segundo o diretor do Departamento de Execuções Penais (DEPEN), ligado à Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU), a situação tensa pela qual passa a PECO era desconhecida. “Eu assumi no último dia 18 e até agora não fui comunicado pela direção da unidade sobre esses problemas. Mas vamos levantar as informações e tomar as medidas precisas”, declarou Cezinando Paredes.
Outra reivindicação dos denunciantes é quanto à estrutura da unidade, que, desde a inauguração vem apresentando problemas, além do esgoto que desemboca no fundo de uma propriedade rural particular, há refletores queimados há meses, que dificultam o trabalho dos homens que fazem a segurança noturna. “Sabemos desses problemas estruturais e já estamos providenciando as melhorias”, diz Paredes.
Enquanto a situação não é resolvida os agentes trabalham sob pressão e medo, conforme o trecho da carta entregue à redação deste impresso a “facção criminosa PCC está dominando a PECO de Cruzeiro do Oeste”. Dentro de alguns dias, afirma a direção do DEPEN, haverá uma visita à unidade para avaliar a denúncia.
As atividades do PCC na região têm ligação com o contrabando, conforme informou a este impresso em entrevista no ano passado o procurador federal da República Robson Martins. Ainda assim as autoridades de segurança pública não admitem que haja este tipo de ocorrência na região.

100% Brasileiro.Fuzil IA2 calibre 5.56, já adotado pelo Exercito Brasileiro e sendo adquirido pelas Polícias dos estados. 






O primeiro fuzil 100% brasileiro passou a ser produzido em Itajubá (MG). A arma é resultado de três anos de pesquisa da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel), que é ligada ao Ministério da Defesa. O fuzil IA2, calibre 556, já foi aceito pelas Forças Armadas. A expectativa é de que sejam fabricadas 200 mil armas.
O novo fuzil, que pode ser semi-automático e automático, é mais leve, pesa pouco mais de três quilos.
A arma também é mais precisa.
Ele é capaz de atingir um alvo a 600 metros de distância e pode dar mais de 600 tiros por minuto.
Ao todo, foram investidos cerca de R$ 50 milhões no projeto.