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quinta-feira, 20 de junho de 2013

Polícia Militar está proibida de usar bala de borracha contra manifestantes na capital

Garantia foi dada pelo coronel Divino Pereira de Brito, chefe do Estado Maior da PM

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manifestação praça Sete 18/06
Nesta quinta-feira acontece o quinto dia de manifestações na capital mineira
PUBLICADO EM 20/06/13 - 11h25
A Polícia Militar (PM) garante que está terminantemente proibido o uso de balas de borracha contra manifestantes, em Belo Horizonte. A garantia foi dada nessa quarta-feira (19) pelo coronel Divino Pereira de Brito, chefe do Estado Maior da PM, durante a criação de uma comissão para discutir os excessos durante os protestos. Participam da comissão comandantes da Polícia Militar, Ministério Público (MP), Defensoria Pública, representantes de movimentos sociais e entidades ligadas aos direitos humanos. A primeira reunião do grupo está marcada para a manhã desta quinta-feira (20), quando autoridades e manifestantes discutem os rumos do movimento no Estado.


Além de acompanhar casos de prisões de manifestantes, o coronel afirma que serão apuradas denúncias de abusos e ações excessivas por parte da Polícia Militar. "Os atos de vandalismo também serão acompanhados e apurados. Devemos olhar para os dois lados", disse o coronel.
Em entrevista ao portal O TEMPO, após ver um vídeo no qual polícias atiram balas de borracha contra manifestantes há menos de 50 metros de distância - o que não é permitido - e sem nenhum motivo aparente, o coronel Carvalho, comandante de Policiamento Especializado em Belo Horizonte, confirmou que a ordem para os ataques não partiu dele. “Não sei o que motivou os tiros, eu determinei o recuo. A Corregedoria da Polícia Militar vai analisar as imagens”.
Ainda de acordo com o coronel Divino, as orientações aos militares continuarão as mesmas, apesar dos flagras de excessos registrados por alguns manifestantes. "Vamos atuar dentro do que foi planejado, mas deixando claro que a PM apoia todo o movimento e dá todas as garantias para que as manifestações públicas ocorram em um ambiente de paz", explica. Ele ainda deixou claro que ações de vandalismo e desordem não serão aceitas.
Já sobre as exaltações ocorridas na manifestação dessa segunda (17), o coronel afirmou que "houve um descumprimento por parte dos manifestantes mais exaltados, além de vândalos infiltrados no movimento naquele dia. Mas um ou outro militar pode ter extrapolado sim". No entanto, os registros de vândalos infiltrados na manifestação só aconteceram após a confusão que se instaurou na praça Sete, durante a manifestação dessa terça-feira (18).

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